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O Brasil é um País sem Pobreza?

Na propaganda governamental o "Brasil é um país sem pobreza" e nós sabemos, o meu papagaio Louro Green sabe, mais do que ninguém que o que mais tem por aqui, é pobreza. Pobreza por todos os lados! Pobreza no compasso e na circunferência, em alto relevo. Pobreza aqui, está numa taxa elevadíssima por metro quadrado. Os índices de pobreza são assustadores! A nossa população vive em estado de calamidade, à margem da pobreza, sem saneamento básico, sem emprego, sem educação, sem acesso à saúde de qualidade, sem moradia; refém da violência com os altos índices da criminalidade aliados às drogas, à prostituição e à corrupção. Dizer que estamos caminhando para a erradicação da pobreza no Brasil é no mínimo uma incoerência e de um cinismo sem precedentes, imaginar mesmo este, um governo cara de pau, segundo a opinião de Louro Green esse papagaio de pirata porreta e que vai longe com seu raciocínio animal e sua mania de obliterar tudo que é suspeito e sem nexo. Afinal, segundo ele, p…
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José Queiroga de Melo, Obrigado Maestro!

A Banda de Música Municipal "13 de Maio" da cidade de Sousa teve sempre como um grande referencial na sua trajetória musical na região a genialidade de grandes músicos e profissionais do mais alto conhecimento da música de dobrados, polcas e hinos, conteúdo mais que indispensável para as apresentações da banda nos eventos festivos e datas comemorativas da municipalidade, tendo um naipe de grandes musicistas a serviço da Banda de Música 13 de Maio e dentre eles o grande Maestro José Queiroga de Melo que dedicou a sua vida à música e a formação musical de uma geração que se espelhava nele para produzir música e contribuir com a cultura sousense como assim fez o grande maestro. José Queiroga de Melo foi o grande ícone de uma época de ouro, quando no início dos anos 1970 dirigia de forma magistral e soberana a Banda de Música 13 de Maio que entre seus músicos reinavam os mestres Zé Cassiano, o mestre Dui, Nego Chico, Chico Cruz, Dedé Cruz, Edmilson Gadelha, Mané Zuza, Chico do …

No meu tempo...

Eu sou do tempo em que o pensamento e a opinião eram próprias de cada um, e cada um era formador de opinião com suas convicções, nas quais agia de maneira responsável, e como dizia Nelson Mandela era "timoneiro do seu destino". Eu venho dessa geração que tem como ponto forte a leitura e a politização, desenvolvida desde cedo, cada um na sua intelectualidade para enfrentar a vida que ia desde as lutas estudantis do colégio a universidade, palco de de nossa formação superior e também o meio para a nossa formação político-social e ideológica. A universidade era muito mais que uma escola de ensino superior, para nossa formação acadêmica, era o berçário de nosso desabrochar político, uma forja para nossa consciência de militância, preparando-nos para a vida com atividades extra escolares através dos festivais de música e teatro dentro de sua instituição, incentivando numa época de repressão das liberdades políticas e ideológicas o espírito democrático e político filosófico de se…

Pino é para se bater...

Vivemos sob à ameaça constante de um dedo apontado em nossa direção, cobrando postura cidadã, acadêmica. Sobre nossas cabeças a dúvida e os questionamentos diários acerca da impunidade, da corrupção das instituições e seus soldados, dirigentes e simpatizantes da justiça e da ordem que no vale tudo do consumo e do crescimento de seus rendimentos fruto de barganhas e concessões, nos estarrece dia-a-dia. Não acreditamos no jargão "Tudo pela lei e a honra.." Está na mídia, que mais de 700 juízes, representantes da magistratura deste país está sob investigação da justiça sob suspeição. Vemos todos os dias policiais serem aliciados e acusados de se beneficiarem com o tráfico de drogas e o crime organizado. Políticos cassados voltarem à vida pública, incólumes. Ministros de Estados serem demitidos por corrupção com menos de um ano de governo e veja, que já são 07 ministros do atual governo. Em quem acreditar? no Batman? no Saci Perê? no Sherlock Holmes? Acreditar que nossas penite…

DIA NACIONAL DA LEITURA?

O brasileiro lê muito pouco, menos de um livro em média, por ano. Lê menos que os argentinos que leem em média dois livros e meio por ano; os chilenos que leem 2 livros e os colombianos e bolivianos que leem um livro por ano. E daí? Daí que reclamamos de um ensino de pouquíssima qualidade; reclamamos dos políticos corruptos; do Estado neoliberal e sua política assistencialista; reclamamos da violência urbana e do caos nos serviços públicos e na falta de direitos para o cidadão; reclamamos do desemprego, da falta de estabilidade no emprego e de mais, e mais, e muito mais... reclamamos de tudo e esquecemos de nós... Que lemos tão pouco, que desconhecemos com a nossa ignorância o quanto é importante o ato da leitura e o estímulo à leitura para nossos filhos, para o crescimento de nossos filhos e o desenvolvimento de sua percepção crítica, da sua evolução crítica e posição frente a sua condição de ser que tem plena consciência de questionar e ser questionado por quem quer que seja.  A le…

um Circo diferente

Nós vivemos sobre o fio da navalha, andando no arame, na corda bamba de um circo cujo palhaço é o faz tudo da equipe circense. Fazemos palco com malabarismo para pagar e reger nossas obrigações diárias, enquanto cidadão devedor de impostos e obrigações sociais. Fazemos do trapézio e o seu sobe-e-desce contínuo nossas tarefas do dia-a-dia em nossa oscilação de humor, frente às adversidades e atribulações da vida moderna. Vivemos como um leão numa jaula, pouca comida na mesa, pouco espaço para locomoção, nenhum divertimento enquanto trabalhador, ao som do chicote e do açoite de um domador com cara de Fisco, polícia, Juizado, e o submundo que nos mantém presos em casa e dançando, pulando argolas, subindo em cadeiras e pulando em rodas de fogo para uma plateia cada vez maior de espectadores da desgraça alheia. A televisão está aí, mostrando as bizarrices de nossas mazelas cotidianas. Depois das novelas, dos seriados, dos filmes b, das produções de baixo valor cultural, agora inventaram os …

PROGRAMAÇÃO FUNESC-JULHO 2011

Agenda Cultural da Funesc 21 a 31 de julho22 a 24/07 -  Encontro de Diretores de Teatro e Coreógrafos
A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) realiza através de patrocínio dos Correios a 17ª Mostra de Teatro e Dança, de 12 a 19 de novembro. As atividades de preparação para o festival começam neste final de semana, com a realização de um encontro que vai reunir diretores de teatro e coreógrafos de toda a Paraíba, no teatro Lima Penante. O objetivo da reunião é promover a troca de informações e vivências que possam enriquecer os espetáculos que serão inscritos na Mostra Estadual de Teatro e Dança. De 22 a 24 (sexta a domingo), no Teatro Lima Penante, das 9h às 18h. Informações e inscrições: 8811-7272 ou 3211-6225. Inscrição: gratuita.

23/07 -  Show “Rima é Som”O cordelista Francisco Diniz lança seu mais novo CD, “Rima é Som”, que reúne 13 composições mesclando ritmos regionais como xote, baião, maracatu. A surpresa fica por conta da música “Vamos Tomar Café”, gravada …